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Energia solar gera economia de até 95% na conta de luz e valoriza imóveis

As fontes de energia limpa, são uma importante forma de contribuir com a preservação do meio ambiente por não emitirem gases do efeito estufa. Atualmente são muitas as opções que permitem a geração de energia livre carbono e uma tem extrapolado os benefícios da sustentabilidade e é reconhecida pela sua alta rentabilidade financeira: geração de energia solar.

Por levar a uma redução de até 95% na conta de luz, a economia proporcionada por essa tecnologia é suficiente não só para pagar sua aquisição e instalação, mas também para gerar rentabilidade por muito tempo, já que sua vida útil é de mais de 20 anos. Com a economia na fatura, o valor pago pelo sistema é compensado entre três e cinco anos após a instalação e a rentabilidade é gerada por mais de 15 anos.

Por não sofrer interferência direta de variáveis desconhecidas e previsíveis e dependerem unicamente de condições climáticas, que podem ser previstas com base em médias históricas, essa é uma aplicação de baixo risco.

Os sistemas solares são considerados um dos melhores investimentos, com rápido retorno financeiro e isso resultou em uma valorização para imóvel com essa tecnologia, que pode chegar de 3% a 6%, de acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley. O levantamento mostrou que os consumidores se dispõem a pagar cerca de R$ 40 mil a mais por casas com equipamentos já instalados.

Como funciona a energia solar residencial?

Quando os painéis são instalados e passam a gerar energia, o consumo pode acontecer de duas formas. Uma delas é o chamado autoconsumo, que é o uso imediato da energia. Se a produção for maior do que a demanda da residência, esse excedente pode gerar créditos, que poderão ser usados na conta de luz em até cinco anos. Ao consumir a energia produzida nos painéis, o consumidor tem, além disso, a vantagem de não estar sujeito às variações das bandeiras tarifárias.

“Um exemplo disso é se o sistema de uma residência estiver gerando energia durante o dia e os moradores não estiverem consumindo toda a produção em casa. Esse excedente vai para a rede elétrica da distribuidora e é convertido em créditos. Isso quer dizer que, se a mesma família utilizar os aparelhos domésticos à noite ou em momentos em que não haja geração nas placas solares, ela ainda poderá usar os créditos para compensar aquela energia e não pagar na conta de luz”.

O caso citado como exemplo pelo diretor da empresa mostra que, mesmo com o sistema, a residência continua ligada à rede elétrica da distribuidora. Isso dá segurança para que o fornecimento de energia seja contínuo, mesmo quando não há geração pelas placas.

É por todas essas vantagens que a energia solar está em pleno crescimento no país. Em seu Plano Decenal, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão responsável por estudar as fontes de energia no Brasil, estima que em 2030 a capacidade instalada de geração distribuída – que engloba as residências e empresas com sistemas solares – pode ser de quatro a seis vezes o tamanho atual – 4,2 GW. Desse total, 93% são de fonte fotovoltaica. O número de consumidores deve ser entre 2 e 3 milhões.

Sustentabilidade

A energia solar é uma fonte inesgotável de energia, sendo também considerada uma fonte renovável de geração, por não emitir gases geradores do efeito estufa. Segundo um estudo da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), uma casa que possui um consumo típico de aproximadamente R$ 144 por mês, ao utilizar energia solar, evita a emissão de aproximadamente 1.300 quilos de CO2 na atmosfera.

Fonte: G1

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