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Com linhas de financiamento, energia solar fica mais acessível para consumidores

No Brasil, as linhas de financiamento para sistemas fotovoltaicos de energia solar são ofertadas por bancos públicos e privados e por cooperativas de crédito

Ter um sistema de energia solar no imóvel ou na empresa está cada vez mais acessível para os consumidores. Hoje, no Brasil, existem diversas linhas de financiamento oferecidas tanto por bancos públicos, quanto por instituições privadas e até mesmo por cooperativas de crédito.

As linhas de crédito são disponíveis tanto para empresas quanto para clientes comuns, que buscam diminuir os gastos com a energia elétrica, além de tornar o imóvel mais sustentável. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a maioria dos financiamentos são destinados a projetos de pequeno e médio portes (até 5 MW). O motivo está no crescente número de projetos de geração distribuída fotovoltaica em operação no Brasil.

Segundo a Absolar, com a geração distribuída solar fotovoltaica, os brasileiros ganham mais liberdade, poder de escolha e controle na gestão da sua conta de energia elétrica, e o País, ganha com a energia limpa, competitiva e previsível. Graças às linhas de financiamento, mesmo quem não tiver recursos próprios pode se tornar um gerador de energia renovável.

Crédito para investimento

Na hora de fechar o negócio, se não for possível para o consumidor ter o valor do investimento à vista para adquirir um gerador de energia fotovoltaica, a melhor solução é optar por um financiamento. Em muitos casos, a economia na conta de luz é capaz de pagar boa parte do valor das parcelas, evitando que se tenha dois custos. Além disso, inúmeros bancos e instituições financeiras estão realizando financiamentos com regras mais flexíveis e com taxas mais acessíveis e atraentes para o cliente.

Com o projeto em mãos, o cliente deve então procurar uma agência bancária ou cooperativa de crédito que ofereça uma linha de financiamento que melhor se encaixe em seu bolso. O consumidor deve pensar em parcelas que fiquem condizentes com a economia a ser obtida pelo uso do sistema, assim como estipular um prazo de carência compatível com o tempo para conexão do sistema e início de geração dos créditos energéticos.

Todos esses fatores devem impulsionar ainda mais uma indústria que está em constante crescimento. A Aneel estima que em 2024 haverá 1.200.000 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados no Brasil.

Cooperativas

As regras para facilitar o acesso de consumidores à geração da própria energia favoreceu o surgimento de cooperativas e aumentou de forma considerável a quantidade de consumidores que passaram a produzir e injetar energia no sistema de distribuição de suas cidades.

Essa modalidade reúne vários consumidores para a instalação de um sistema solar fotovoltaico, que é compartilhado entre todos. Nesse caso, o excedente pode ser passado em forma de crédito para reduzir os gastos com a conta de luz dos cooperados e consorciados em outras unidades distantes da unidade geradora.

Patrimônio

Com um sistema de energia solar que pode durar mais de 25 anos, além de todo retorno financeiro gerado com a economia de energia, há também a valorização do imóvel, que paga com o custo do sistema fotovoltaico. Ao colocar à venda um local com um sistema de energia fotovoltaico já instalado, o preço de mercado aumentará. Afinal, o novo proprietário não precisará se preocupar com a instalação e o imóvel já terá autossuficiência energética.

Fonte: G1

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